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Data do século XVI a fundação da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz.


Desde 1531 até finais do século XX, constituiu uma Instituição relevante, composta por uma capela, por um hospital, farmácia e centro de saúde.


A dimensão social, religiosa, de saúde pública e assistencialismo durante este longo período foi mantida pela Instituição e por muitas pessoas da Sociedade Civil e por confrarias, como a de Santa Isabel e Irmãs Franciscanas, onde se evidencia pelo seu protagonismo a irmã Mary Jean Wilson. Mais do que a dimensão histórica que é já possível conhecer em algumas publicações.


Aproveito a oportunidade para informar da vida da Instituição, particular de solidariedade social, nos tempos de hoje. Todos sabemos que vivemos um novo tempo, com novos desafios e exigências, e por isso, apesar das diferentes dificuldades a Instituição apresenta-se renovada com desafios sobretudo ao nível da sua organização e sustentabilidade, mas sei que, juntos conseguiremos manter vivos os desígnios e a alma desta nobre Instituição.


No presente, a Instituição que não tem fins lucrativos, dá apoio social às pessoas, sobretudo idosas, com e sem alojamento, garante a segurança e o bem estar de todos os seus utentes e colaboradores, presta apoio a 20 utentes no internamento, 20 no centro de dia e 24 no centro de convívio, com o apoio do Instituto da segurança Social, desenvolve o programa de emergência alimentar (cerca de 100 famílias, fazendo um total de agregados de 268 beneficiários), a cozinha social, facultando refeições a muitas pessoas, número que vem semanalmente a aumentar.



Assim continuaremos o nosso trabalho, valorizando o papel da Instituição na promoção da dignidade humana, sobretudo das pessoas e camadas sociais mais vulneráveis, constituindo um fator fundamental para a promoção da inclusão e coesão social.


Termino dizendo que o espírito que anima os princípios e valores que a Instituição mantém, são partilhados, e dia a dia postos em prática pela atual Mesa Administrativa, pelos restantes titulares dos órgãos socias, pelos quadros administrativos da Instituição e por todos os seus colaboradores. Neste processo aberto à sociedade civil, disponíveis para com todas as pessoas, instituições religiosas, empresas, entidades públicas e particulares, promoveremos estreita cooperação Institucional para todos juntos atingirmos os objetivos que estão na gênese e origem da sua fundação.


O Provedor

Não se conhece a data da fundação da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz, mas, a 12 de dezembro de 1505, Diogo Vaz, escudeiro do Infante e residente nesta localidade, fez o seu testamento em favor da Confraria do Senhor Jesus, em que mencionava uma pequena casa que possuía na “Rua do Calhau, contra o mar”, onde, segundo a sua vontade, seria instalado o Hospital dos pobres. Assim, foram lançados os alicerces para a fundação da futura Misericórdia de Santa Cruz, instituída mais tarde na década de 1520-1530.


Como a dita casa não tinha as necessárias condições para nela ser instalado um hospital, visto ser térrea, pequena e mal situada, a 2 de fevereiro de 1526 foi trocada por outra, propriedade do fidalgo João de Freitas, Juiz da Confraria.


Embora reunisse melhores condições - era de sobrado, tinha um quintal e um poço - não seria nela que ficaria instalado o primeiro hospital. Esta segunda casa, acabaria por ser trocada por um chão ou terreno no ano de 1529, onde a Confraria pretendia construir o Hospital, tendo-se iniciado as obras no ano seguinte, vindo o mesmo a entrar em funcionamento no ano 1542. Era uma casa com sobrado, muito boa para aquela época. O ano 1531 terá sido a data oficial da fundação da Misericórdia, que teve Jorge Rodrigues como primeiro Provedor ou Juiz.

A HISTÓRIA

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sociais

São órgãos sociais da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia: a Mesa da Assembleia Geral, a Mesa Administrativa e o Conselho Fiscal, eleitos por escrutínio secreto, pelos Irmãos presentes reunidos em assembleia, por um período de três anos.


A Assembleia Geral é dirigida pela respectiva Mesa, composta por um presidente, um primeiro secretário e um segundo secretário. Compete-lhe dirigir, orientar e disciplinar os trabalhos da Assembleia, representá-la, decidir sobre os protestos e reclamações respeitantes aos actos eleitorais e conferir posse aos membros dos corpos gerentes eleitos.


A Mesa Administrativa é constituída por cinco membros: o Provedor, o Vice Provedor, o Secretário, o Tesoureiro e o Vogal. Haverá ainda dois suplentes que, eventualmente, se tornarão efectivos, à medida que existem vagas. Compete-lhe gerir a instituição.


O Conselho Fiscal é composto por três membros: um Presidente e dois vogais. Compete-lhe vigiar pelo cumprimento da lei e do compromisso.

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De início, não existia a Capela. Foi mandada construir pelo mercador André Gonçalves depois de 1562, mas, em 1750, tanto ela como o Hospital encontravam-se em ruínas. Fizeram-se obras de reconstrução custeadas pela Misericórdia e com uma ajuda do Rei D. José I. Da primitiva Capela ficou apenas o portal gótico de André Gonçalves. O quadro da Visitação existente na capela é da autoria do pintor Nicolau Ferreira, com a data de 1790.


No ano 1888, a Misericórdia encontrava-se arruinada, de tal modo que era impossível receber doentes, necessitando de obras, que tiveram início em 1890, pagas com o dinheiro conseguido através de subscrições feitas no Funchal e em Santa Cruz, por intermédio de Miss Wilson, Maria Isabel de Sá e Maria Pereira Camacho, a 15 de julho de 1891, fizeram a sua profissão de fé, fundando deste modo, a congregação das irmãs franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias. A Irmã Wilson foi uma grande benemérita, a quem o povo chamava “Boa Mãe”, que de dedicou aos pobres e doentes e abriu a Farmácia do Hospital que funcionou durante muitos anos.


Foram muitos os que passaram pela Santa Casa da Misericórdia durante estes anos: benfeitores, provedores, religiosas, médicos, enfermeiras e gente anónima que deu o seu contributo para socorrer os mais carenciados. Na Misericórdia funcionou um Hospital, depois uma Maternidade (até 1977) e, posteriormente, o Centro de Saúde. No ano 2005 tiveram início as obras de reconstrução do edifício, inaugurado a 20 de abril de 2007.

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